execuções/morte humana

10 MÉTODOS MAIS CRUÉIS DE EXECUÇÃO JÁ PRATICADOS

Não é novidade que adoramos humilhar, perseguir, destruir homens e mulheres, porque supostamente feriram códigos. Mas a maioria de nós não está nem aí para os códigos. Gosta, sim, de ver o desgraçado reduzido a lixo. Somos inquisidores natos, prontos a babar em cima da primeira vítima que surgir, principalmente a “moçadinha” por um mundo melhor.

1º EMPALAMENTO:
Ou empalação era um método de tortura e execução utilizada antigamente que consistia na inserção de uma estaca no ânus, vagina, ou umbigo até a morte do torturado. Algumas vezes deixava-se um carvão em brasa na ponta da estaca para que, quando esta atingisse a boca do supliciado, este não morresse até algumas horas depois, de hemorragia. Usava-se também cravar a estaca no abdômen.

Esse tipo de execução, altamente cruel, foi vastamente utilizado por diversas civilizações no mundo inteiro, sobretudo da Arábia e Europa. Os assírios, conhecidos por inventarem diversos métodos de tortura dos mais cruéis, séculos antes de Cristo, empalavam prisioneiros de guerra, bem como civis que cometiam certos crimes. Diz a lenda que o monarca assírio Assurbanípal apreciava assistir a sessões de empalamento, enquanto fazia suas refeições.
O método foi muito utilizado pelo conde romeno Vlad da Valáquia, que ganhou fama por empalar seus inimigos, e ficou conhecido pelo titulo o Empalador (Vlad III, o Empalador) ou, em romeno, Vlad Ţepeş. Vlad, que também parecia apreciar as empalações em seus horários de refeições, inspirou Bram Stocker para seu notório livro Drácula.

Esse método foi utilizado também pelo regime nazista, como forma de infligir extremo sofrimento a algumas de suas vítimas. Os acusados de serem homossexuais eram os que costumavam ser executados dessa forma.

O empalamento também foi utilizado no Brasil pelo cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva, vulgo “Lampião”.
Este método também foi utilizado durante o período da Inquisição realizada pela Igreja no período Medieval. Tal Método era utilizado contra todas as pessoas que fossem julgadas heréticos ou perigosos para a Igreja, onde tais vítimas eram submetidas ao empalamento e até por certas vezes “assadas” em fogueiras, como se fossem “churrascos humanos”, nas conhecidas fogueiras da “Santa” Inquisição.
2º A SUSPENSÃO E ESQUARTEJAMENTO:
Era a forma comum de punição na Inglaterra para o crime de traição que foi considerado o pior crime que poderia cometer. A punição era aplicada somente para os homens – mulheres, consideradas culpadas de traição eram queimadas na fogueira. Inacreditavelmente, o castigo permaneceu como lei até 1814.

Na primeira fase da execução o condenado deveria ser amarrado a uma armação de madeira e puxado por um cavalo até o local de sua morte. Em seguida, o criminoso seria pendurado, até que estivesse quase morto. O criminoso seria então retirado da forca e colocado sobre uma mesa. O carrasco, então desmembrava a vítima, e queimava as suas vísceras na frente de seus olhos. O condenado geralmente ainda estava vivo nesse momento. A pessoa, então, seria decapitada. A prática normal era enviar as cinco partes do corpo em várias áreas onde eles seriam colocados em exposição em uma forca como um aviso para os outros.
3º A SERRAÇÃO:
Era o nome dado a um dos piores tipos de morte, onde a pessoa era colocada de cabeça para baixo e era serrada ao meio, começando no ânus. Era colocada nessa posição pois além de perder pouco sangue, o cérebro ficava bastante oxigenado, o que permitia que a vítima tivesse uma morte demorada, e com muito sofrimento. As vítimas geralmente só desmaiavam e morriam quando o serrote chegava no umbigo.

4º EVISCERAÇÃO:
É a remoção de alguns ou todos os órgãos humanos, geralmente pelo abdômen. Este método era usado como punição para crimes muito graves. O último órgão a ser removido era justamente o coração para que a vítima vivesse pelo maior tempo possível. Esta prática também era utilizada por suicidas japoneses.

5º O TOURO DE BRONZE:
O aparelho era uma esfinge de bronze oca na forma de um touro mugindo, com duas aberturas, no dorso e na parte frontal localizada na boca. No interior havia um canal desenvolvido semelhante à válvula móvel do instrumento musical Trompete, que ligava da boca ao interior do Touro. Após colocar a vítima na esfinge, era então fechada a entrada colocando-se sobre uma fogueira. À medida que a temperatura aumentava no interior do Touro, o ar ficava escasso, e o executado procuraria meios para respirar, recorrendo ao orifício na extremidade do canal. Os gritos exaustivos do executado saíam pela boca do Touro, fazendo parecer que a esfinge estava viva.
6º A RODA:
A roda era um meio de execução medieval onde a vítima era firmemente amarrada pelas mãos e pés. O carrasco em seguida utilizava um enorme martelo para lenta e metodicamente esmagar os ossos dos braços e pernas do condenado. O verdugo tinha o especial cuidado de não desferir golpes mortais. A perícia do executor era avaliada da seguinte forma: se os golpes quebrassem os ossos e não rasgassem a pele ele seria aplaudido pela multidão. O objetivo era que não existissem fraturas expostas nem sangue.

Quando os ossos da vítima estivessem todos quebrados, os seus membros seriam literalmente enrolados nas extremidades da roda. A roda seria então erguida horizontalmente e colocada numa estaca onde a vítima agonizante, esperaria uma morte lenta.
7º MORTE POR MIL CORTES:
A morte por mil cortes é um método de execução em que o réu julgado culpado sofre mutilação por grande quantidade de cortes em áreas específicas do seu corpo com uma faca especial. Um processo doloroso e lento.
 A REMOÇÃO DE PELE:
Como o próprio nome diz, o condenado tinha a sua pele parcial ou totalmente removida. Era um dos métodos mais dolorosos já praticados e a morte poderia demorar bastante, conforme a extensão de pele retirada do condenado. A morte por remoção da pela era uma prática muito antiga muito usada por Assírios e pela dianstia Ming.

9º ESCAFISMO:
Também conhecido como suplício dos botes, foi um método de execução praticado na Pérsia antiga. A pessoa era deitada, nua, em um bote e coberta por outra embarcação ajustável a esta, ficando de fora sua cabeça, mãos e pés. Era então forçada a ingerir leite e mel a ponto de desenvolver diarréia, enquanto mais mel era jogado em seu corpo para atrair insetos aos membros expostos. O condenado era então deixado flutuando em águas paradas ou exposto ao sol. Os vermes que surgiam em seus excrementos, junto às formigas e moscas atraídas pelo mel, iam-lhe então devorando aos poucos a carne exposta e progressivamente gangrenosa.

A ingestão de mel e leite era repetida diariamente para prolongar a tortura e evitar a morte por desidratação ou fome. A morte, quando eventualmente ocorresse, era consequência provável de uma combinação de desidratação, fome e choque séptico.
A morte por escafismo era dolorosa, humilhante e demorada. Plutarco descreve em sua biografia de Artaxerxes que Mitríades, sentenciado à morte por escafismo pelo assassinato de Ciro, o Jovem, sobreviveu 17 dias antes de finalmente sucumbir ao suplício.
10º O GARROTE:
O garrote vil ou simplesmente garrote era uma artefato utilizado como instrumento de tortura, podendo provocar o óbito do supliciado. O garrote era aplicado ao pescoço da vítima, mantida imóvel amarrada a uma cadeira. É originário da Espanha, onde vigeu legalmente, desde 1820 até a abolição da pena de morte, pela Constituição de 1978. Este método também foi utilizado em diversos países da Ibero-América, durante a conquista da América, como para executar o imperador Atahualpa, em 26 de julho de 1533.No caso deste método de execução, o adjetivo “vil” vem do sistema de leis estaduais por uma questão simbólica: a decapitação esta reservada aos nobres e às pessoas mais ricas, enquanto o garrote era uma forma mais vulgar de execução, aplicada a todos os criminosos “do campo”.

Alguns anos depois de sua criação, o garrote foi alterado pela colocação de um colar de ferro que tinha um pequeno buraco, por onde entrava um parafuso que quebrava o pescoço da vítima.
Os últimos condenados por este sistema de execução na Espanha foram o anarquista catalão Salvador Puig Antich, na prisão modelo de Barcelona, e o alemão Heinz Ches, em Tarragona, no dia 2 de Março de 1974.
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